Deputado conta com garantia de assinaturas necessárias para a criação
Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Cartórios deve ser instalada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no início de fevereiro. Essa é a projeção do deputado Ivan Naatz (PL), idealizador do movimento.
De acordo com o parlamentar, o intuito da CPI é questionar os valores cobrados em operações cartorárias no estado. “Precisamos entender porque é tão caro, bem remunerado e burocrático. O dono de cartório em Santa Catarina recebe em média R$ 300 mil e já soubemos de casos de até R$ 1 milhão. Não queremos fazer caças às bruxas, mas precisamos de um raio x e também saber porque as custas judiciais são tão caras”, destacou.
Naatz afirma ainda que já tem garantidas as assinaturas necessárias e o apoio para a instalação da CPI, que deverá ocorrer entre a primeira e a segunda semana de fevereiro. O deputado planeja apresentar o relatório em até 120 dias após a instalação.
Segundo o parlamentar, outros deputados já os contactaram com o interesse de fazer parte da comissão. A CPI terá nove membros, que deverão ser indicados pelos partidos.“Os catarinenses precisam entender como funciona o serviço cartorário no estado e porque é tão caro, burocrático e moroso”, finaliza Naatz.
De acordo com o parlamentar, o intuito da CPI é questionar os valores cobrados em operações cartorárias no estado. “Precisamos entender porque é tão caro, bem remunerado e burocrático. O dono de cartório em Santa Catarina recebe em média R$ 300 mil e já soubemos de casos de até R$ 1 milhão. Não queremos fazer caças às bruxas, mas precisamos de um raio x e também saber porque as custas judiciais são tão caras”, destacou.
Naatz afirma ainda que já tem garantidas as assinaturas necessárias e o apoio para a instalação da CPI, que deverá ocorrer entre a primeira e a segunda semana de fevereiro. O deputado planeja apresentar o relatório em até 120 dias após a instalação.
Segundo o parlamentar, outros deputados já os contactaram com o interesse de fazer parte da comissão. A CPI terá nove membros, que deverão ser indicados pelos partidos.“Os catarinenses precisam entender como funciona o serviço cartorário no estado e porque é tão caro, burocrático e moroso”, finaliza Naatz.











