Ele declarou: “Aqueles que optam por não trabalhar – porque sabemos que muitos deles têm mais medo de uma carteira de trabalho do que da polícia – amanhã novamente enviaremos equipes da prefeitura com ferramentas de trabalho. Em Criciúma, estamos prontos para acolher aqueles que querem emprego. Para aqueles que não têm essa intenção, esta não é a cidade adequada”
Além de abordar aqueles que se recusam a trabalhar, Salvaro também se manifestou sobre os críticos da abordagem da prefeitura, afirmando: “Estamos cientes de que alguns podem criticar as ações do nosso governo, mas isso não é um problema. Eles têm a opção de levar essas pessoas para suas próprias casas. Mas em frente aos comércios, nos semáforos ou em qualquer lugar público não vão ficar.”
O secretário municipal da Assistência Social e Habitação, Bruno Ferreira, revelou que uma lista de empresas em busca de contratações imediatas está disponível, possibilitando que os candidatos saiam com entrevistas agendadas e perspectivas de ingresso no mercado de trabalho.











