A taxa de desemprego no Estado foi de 3%, diante de uma média nacional de 7%
O Estado registrou nível de ocupação de 66,3%, ficando atrás apenas do Mato Grosso, que registrou 67%, enquanto a média nacional foi de 57,8%.
Menor taxa de informalidade do país
No quesito informalidade, Santa Catarina teve um índice de 25,30% no trimestre – o menor do país – seguido pelo Distrito Federal (28,2%) e por São Paulo (29,3%). O nível médio de informalidade no Brasil foi de 38%.
No contexto trabalhista, analisar a taxa de informalidade é um dado importante, pois revela o percentual de empregados sem carteira assinada ou sem CNPJ.
Reforçando os demais dados, Santa Catarina apresenta a menor subocupação por insuficiência de horas trabalhadas, dentre todas as unidades da federação. No último trimestre, essa taxa foi de 5,3%, diante de uma média nacional de 15,9%.
O resultado sugere que a maior parte dos trabalhadores catarinenses está empregada em jornadas adequadas às suas necessidades ou expectativas.
Rendimento acima da média nacional
Em relação ao rendimento médio habitualmente recebido em todos os trabalhos, Santa Catarina teve o quarto melhor resultado, atrás do Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.
O rendimento médio em SC ficou em R$ 4.019,00, um crescimento de 12,48% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A média em SC superou em 17,86% a média nacional, que foi de R$ 3.410,00.
Em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, as atividades de trabalho que mais cresceram em SC foram: Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (6,8%); Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (6,2%); Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (6,1%); bem como Alojamento e alimentação (5%).











