Um novo teste promete facilitar o diagnóstico precoce do Alzheimer por meio de uma simples amostra de sangue. Disponível inicialmente em laboratórios de São Paulo, o procedimento custa custa mais de 3 mil reais, sem cobertura por convênios médicos.
Analisa proteínas associadas à doença: beta-amiloide, tau e tau fosforilada;
Utiliza espectrometria de massa, capaz de detectar mínimas variações no plasma sanguíneo;
As amostras coletadas no Brasil são enviadas para análise nos Estados Unidos.
Esse exame vai além de outros já disponíveis, captando alterações mais amplas e oferecendo maior precisão no diagnóstico.
🔹Por que é um avanço no diagnóstico?
▪Menos invasivo: não requer punção lombar, como o teste de líquor;
▪Mais acessível: quase três vezes mais barato que exames de imagem convencionais;
▪Diagnóstico complementar: ideal para pacientes com sinais de declínio cognitivo.
🔹O teste chega em um momento de avanços na pesquisa e tratamento do Alzheimer, que ainda não tem cura.
▪Biomarcadores analisados: níveis de beta-amiloide e tau, essenciais para novos tratamentos experimentais.
▪Alta precisão: estudos indicam eficácia superior a 85%.
Limitações e perspectivas
🔹Apesar de promissor, o teste não é definitivo. Ele ainda requer:
▪Validação internacional para populações diversas;
▪Uso como complemento em diagnósticos médicos, com avaliação especializada.
▪Embora promissor, especialistas alertam que o uso clínico do exame deve ser feito com cautela e como parte de um conjunto de avaliações.
🔹O futuro do tratamento do Alzheimer
Com novas terapias sendo desenvolvidas, exames mais acessíveis como este são fundamentais para expandir o acesso ao diagnóstico e tratamento.











