O Halloween deve ou não fazer parte do ambiente escolar?
A discussão voltou ao centro do debate em Santa Catarina após o governador Jorginho Mello vetar um projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa que previa o fim das comemorações do Halloween nas escolas públicas estaduais. A proposta gerou controvérsia ao levantar questionamentos sobre tradição cultural, liberdade pedagógica e o papel da escola na formação dos estudantes.
O veto do governador mantém a autonomia das unidades de ensino para decidir sobre a realização de atividades relacionadas à data, como festas temáticas e ações pedagógicas. Segundo o governo estadual, a medida evita interferência excessiva no cotidiano escolar e preserva a liberdade de escolha das comunidades educativas.
O projeto havia sido defendido por parlamentares que alegavam a necessidade de valorizar tradições nacionais e evitar a influência de costumes estrangeiros no ambiente escolar. Por outro lado, educadores e parte da sociedade argumentaram que o Halloween pode ser utilizado como ferramenta pedagógica e cultural, sem prejuízo à identidade brasileira.
Com o veto, o tema segue dividindo opiniões e reforça o debate sobre quais manifestações culturais devem — ou não — ser incentivadas nas escolas públicas de Santa Catarina.











