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Fundado em 07 de junho de 1997

Editor Chefe:
Reinor Marcolino (Reg.SC 02.423-JP)

Assessoria Jurídica:
Diógenes Luiz Mina de Oliveira (OAB/SC 26.894)

Alimentos caem pelo segundo mês seguido e inflação fecha em 0,26% em julho

O IPCA Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou em 0,26% em julho, influenciado pela conta de luz mais cara, devido a bandeira vermelha. Por outro lado, o preço dos alimentos caiu pelo segundo mês seguido, ajudando a segurar o índice. Em julho do ano passado, a taxa ficou em 0,38%.
Com os dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 5,23% em 12 meses, fora do centro da meta de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos, ou seja, indo até 4,5%.
A taxa está acima do teto desde setembro de 2024 (4,42%). Em abril, chegou a 5,53%, o ponto mais alto desde então. No entanto, o patamar alcançado em julho representa um recuo na comparação com os 5,35% no período terminado em junho.

Bandeira vermelha

A bandeira tarifária vermelha patamar 1 é o principal fator do IPCA. Ela é determinada pelo governo para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas.
A cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos começou em junho e foi mantida em julho. De acordo com cálculos do gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, sem o efeito da conta de luz, o IPCA fecharia o mês em 0,15%.

Alimentos mais baratos

Em contrapartida, os alimentos e bebidas caíram 0,27% em julho, representando alívio de 0,06 p.p. no IPCA do mês. Essa queda foi a maior desde agosto de 2024 (-0,44%). Desde então, o grupo teve nove meses seguidos de alta, antes de cair em junho e julho.
De acordo com Gonçalves, se os alimentos não tivessem ficado mais baratos na média, o IPCA de julho seria de 0,41% em vez de 0,26%.