Circulação em queda e perda de espaço no mercado publicitário põem em xeque o futuro da mídia em papel no Brasil
“A posse de Donald Trump como o 47º presidente da história dos Estados Unidos da América, na última terça-feira, 21 de janeiro, estava nas manchetes de quatro dos principais jornais impressos do Brasil: Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo e Valor Econômico. Era notícia velha. Desde as primeiras horas da tarde do dia anterior, o público brasileiro teve acesso, praticamente em tempo real, a informações referentes à volta do republicano ao poder.
O retorno de Trump à Casa Branca é só o exemplo mais recente de que os jornais diários vivem uma crise estrutural. Há mais de uma década, as publicações apresentam conteúdos que o leitor já viu, curtiu e comentou na véspera em portais e nas redes sociais. Bastava ter um celular ou computador”.











