Ação foi protocolada por profissional de Criciúma que foi vítima do crime do “falso advogado”
A Justiça de Criciúma determinou que o aplicativo Whatsapp crie mecanismos em sua plataforma para evitar fraudes ligadas ao uso de imagem indevida dos usuários. A ação foi movida por Thauan Maia de Moraes, advogado de Criciúma, que foi vítima do golpe do “falso advogado”. Os bandidos usaram fotos do profissional para aplicação do estelionato.
“O escritório começou a ser vítima deste golpe há cerca de oito meses. Embora tenhamos tomado as cautelas, como boletim de ocorrência, comunicado do Ministério Público e investindo em publicidade para conscientização, nada foi o suficiente”, ressalta o advogado.
Novas regras
Segundo Moraes, como os crimes atingiram dois clientes idosos da firma, que caíram no golpe neste mês de novembro e, diante disso, foi observada a necessidade de uma medida mais enérgica. “Entramos com uma ação de obrigação do judiciário de Criciúma, fazendo com que conseguíssemos uma tutela de urgência para que o Whatsapp removesse o perfil falso. Ou seja, a plataforma deverá criar a implementação de filtros, biometria facial, exigência de documentos, entre outros, para assim, evitar esses tipos de ocorrências no futuro”, completa o profissional.












