A manchete não é minha, mas do poderoso Wall Street Journal porta-voz da elite financeira ocidental. Em artigo divulgado pela Agencia de notícias Reuters três jornalistas relatam em tom melancólico o que os leitores do JCO já sabem há muito tempo. Os conservadores vêm ganhando tração no mundo todo especialmente após a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos.
De forma inédita os partidos conservadores ou de direita estão liderando as pesquisas nos três maiores países da Europa: Reino Unido, França e Alemanha, o mais recente sinal do crescente descontentamento dos eleitores em grande parte do continente após anos de alta imigração e inflação. Partidos de extrema-direita e anti-imigração já comandam o governo em países como Itália, Finlândia e Holanda. Mas este ano marca a primeira vez que eles estão à frente nas maiores economias da Europa ao mesmo tempo. Mujtaba Rahman, coordenador da maior consultoria de riscodo velho continente, a Eurásia disse: “É significativo. Os líderes dos três países estão lutando com a direita ascendente que parece à beira do poder, a menos que os políticos possam lidar com o que está alimentando o aumento, que é a imigração e o custo de vida”.
O partido anti-imigração francês, Reunião Nacional, teve uma liderança consistente nas pesquisas este ano. Uma pesquisa no mês passado mostrou que Jordan Bardella, o jovem afilhado da líder de direita francesa, Marine Le Pen, era o mais popular, com um índice de aprovação de 36%. As pesquisas para a próxima eleição presidencial também sugerem que o candidato da União Nacional – seja Bardella ou Le Pen – lideraria o primeiro turno. No Reino Unido, o anti-imigração Reform UK, liderado pelo ex-Brexiteer Nigel Farage, cresceu nos últimos seis meses e agora está confortavelmente à frente nas pesquisas de opinião do Partido Trabalhista e dos conservadores de oposição, o duopólio político que dominou a política britânica no século passado.
Na Alemanha o terror dos esquerdistas europeus, o partido AfD (alternativa para Alemanha) vim disputando em empate técnico com partido de centro-direita União Cristã Democrática, porém o AfD começou a se descolar na liderança nas ultimas semanas segundo o maior instituto de pesquisas do país, o Forsa.
No último domingo, 31/08, manifestações gigantes organizadas por cristãos e nacionalistas aconteceram na Irlanda, Inglaterra, Alemanha e Escócia acuando ainda mais os socialistas europeus. A política de ‘fronteiras abertas’ causou um aumento recorde na criminalidade, em especial de crimes sexuais e incêndios criminosos em igrejas e templos critãos.
Por outro lado, os europeus observam nações vizinhas como a Polônia e a Hungria onde governam lideres conservadores linha-dura, radicalmente contra essa imigração descontrolada, que os índices de criminalidade não tiveram esse aumento. A conclusão é obvia, por isso o eleitorado europeu está dando essa guinada à direita.
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