Diário O Município

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Rua São João Batista, 661 - Balneário Arroio Corrente

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Fone/Whatsapp: (48) 99671-3638

E-mail: [email protected]

Fundado em 07 de junho de 1997

Editor Chefe:
Reinor Marcolino (Reg.SC 02.423-JP)

Assessoria Jurídica:
Diógenes Luiz Mina de Oliveira (OAB/SC 26.894)

Amanda Aguiar

Na presença um cumprimento, na ausência um apunhalo!

A resposta do porque muitos não gostarem da política está na própria falsidade que é instaurada neste meio, é tanto aperto de mão escondido de má intenção, que o olhar para este ambiente acaba sendo decadente. Foi-se criado um conceito de política diferente do comum, onde obter vantagens a qualquer preço para estar em destaque é o foco principal.
É tanto “vou te ajudar se votares em mim” de mentira, que o povo não acredita mais em político, e nem aprecia mais a política, as promessas ilusórias para garantir voto fazem com que se crie uma mancha a cada eleição que passa, e os bem-intencionados acabam se manchando automaticamente.
A falsidade no meio público é vista de longe, políticos falando mal uns dos outros para garantir aliados, é um aperto de mão e após uma distorção de informações propositais, é um comentário de que gosta do trabalho, mas na primeira oportunidade diz que o mesmo não é competente.
É o famoso jogo sujo, a falsidade existe tanto na vida real quanto na vida política, mas a mesma é muito mais cogitada na política. Há muitos parabéns ditados em público, mas ao mesmo tempo muitas ofensas ditadas pelas costas, é muito abraço e ajuda oferecida, mas quando o “fulano” não está presente, só predomina artimanhas para induzir que o mesmo desista do cargo.
No meio político a falsidade até pode ser uma atuação convincente a primeiro modo, mas a verdade sempre aparece logo depois, tanto pela atitude falsa quanto pela informação passada de forma enganosa. Assim fica o questionamento, duas opiniões ou duas faces?