Na última segunda-feira (13), a Prefeitura de Jaguaruna promoveu uma audiência pública nas dependências do Legislativo municipal, visando discutir a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2024. Com a participação do secretariado e vereadores, a expectativa era uma exposição das ações realizadas por cada secretaria ao longo de 2023, além da apresentação da LDO e LOA para 2024. A comunidade também foi convidada a participar, tendo a oportunidade de propor prioridades para o orçamento municipal, conforme estipulado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
No entanto, para a maioria dos vereadores, a apresentação dos serviços e ações de cada área do governo municipal deixou muito a desejar. Setores cruciais, como saúde, educação e infraestrutura, foram mencionados sem apresentação de conteúdo específico, o que gerou críticas e insatisfação entre os presentes.
Esta lacuna na exposição das realizações e planos para áreas essenciais do município durante a audiência gerou questionamentos sobre a transparência e detalhamento necessário para a definição do orçamento para o próximo ano. A ausência de informações específicas sobre importantes setores levantou preocupações sobre a efetividade e abrangência das propostas a serem incluídas na LDO e LOA de 2024.
Diante disso, torna-se fundamental para o poder público local atender às expectativas da comunidade e dos representantes, garantindo transparência, detalhamento e participação efetiva na definição das prioridades do orçamento municipal para o ano subsequente.
Para o vereador Jailton de Lima o popular “Preto” é inadmissível um secretário de administração e finanças de um município ao ser questionado sobre destinação de recursos não saber especificar nem sequer saber qual a situação financeira atual do município. O vereador em entrevista ao DM mostrou se incrédulo com o que foi apresentado na audiência pública: “Onde já se viu o secretário de administração e finanças e o vice prefeito já que ambos estavam presentes na audiência pública não saberem quanto o município tem hoje na conta bancária” destaca Preto.











