Santa Catarina é o estado que menos recebe Bolsa Família, conforme dados do IBGE divulgados nesta sexta-feira, 8. Além da posição de destaque, Santa Catarina reduziu a participação no benefício, passando de 4,3% dos domicílios em 2024 para 3,9% em 2025. A redução do Bolsa Família acompanha o crescimento do emprego: o estado criou 58,8 mil vagas formais no ano passado e ostenta a menor desocupação do país, com apenas 2,2%.
“A melhor política social é a geração de emprego. É por isso que o Governo do Estado investe em um ambiente de negócios favorável, para que o catarinense crie sua empresa ou trabalhe com carteira assinada, levando renda e dignidade pra sua família. Esse número mostra, mais uma vez, como Santa Catarina pula o Brasil”, destacou o governador Jorginho Mello.
Ranking dos estados
Com apenas 3,9% dos domicílios recebendo Bolsa Família, Santa Catarina é o estado com menor participação no programa federal. Em seguida, no ranking dos estados, aparece São Paulo, com 7,6%. A terceira melhor posição é do Rio Grande do Sul, com 7,7%. Na sequência aparecem Paraná (8%), Mato Grosso do Sul (9,5%) e Distrito Federal (10,5%). A média brasileira ficou em 17,2%, conforme o IBGE.
“Santa Catarina está criando muitas vagas de emprego, fruto de um Governo do Estado que, sob liderança do governador Jorginho Mello, tem focado na atração de investimentos e no empreendedorismo. O nosso objetivo é seguir reduzindo a participação no programa social, porém com grande foco na qualificação da mão de obra. Iniciativas como o Universidade Gratuita, o CaTec e o SCTec vem justamente nesse sentido”, afirmou o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy.
Além do menor percentual de Bolsa Família, Santa Catarina também é o estado que menos recebe programas sociais como um todo. Apenas 6,9% dos domicílios catarinenses receberam, em 2025, rendimento de algum programa social, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC), ante média brasileira de 22,7%. Os vizinhos Rio Grande do Sul e Paraná somam 11,5% e 12,8%, respectivamente.











