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Assessoria Jurídica:
Diógenes Luiz Mina de Oliveira (OAB/SC 26.894)

Brasil tem 7 milhões de desempregados, diz pesquisa

Levantamento do IBGE foi divulgado nesta quinta-feira, 31; dados correspondem ao trimestre encerrado em setembro

Atualmente, o Brasil tem 7 milhões de desempregados. É o que diz a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados correspondem ao trimestre encerrado em setembro.

No mesmo período de 2023, a desocupação era de 7,7% entre pessoas com 14 anos ou mais. O instituto alega que o contingente de desempregados caiu 7,2% em relação ao trimestre anterior e 15,8% comparado a 2023.

O número de pessoas empregadas chegou a 103 milhões. Isso significa que 58,4% da população em idade de trabalhar está empregada. O IBGE considera desocupadas as pessoas sem emprego que estão buscando trabalho.

A força de trabalho no Brasil somou 110 milhões de pessoas no trimestre encerrado em setembro, deixando 66,4 milhões fora dessa força.

Além dos desempregados: os outros índices da pesquisa

O país conta com 18,2 milhões de pessoas subutilizadas, que poderiam estar trabalhando, mas estão desocupadas, subocupadas ou fora da força de trabalho potencial. Ainda segundo a pesquisa, esse número caiu 4,4% em relação ao trimestre anterior e 9,8% comparado ao ano passado.

A população desalentada, composta de 3,1 milhões de pessoas, manteve-se estável no trimestre e diminuiu 11,3% no ano. Destaques da pesquisa incluem uma taxa de desocupação de 6,4% e 7 milhões de pessoas desocupadas.

No setor privado, 53,3 milhões de trabalhadores com e sem carteira assinada foram registrados, um novo recorde desde 2012, com um aumento de 5,3% comparado ao ano passado. Entre os empregados com carteira, o número subiu 1,5% no trimestre anterior.

Taxa de informalidade

A taxa de informalidade atingiu 38,8% da população ocupada. A renda média mensal foi de R$ 3.227, mantendo-se estável em relação ao trimestre anterior e aumentando 3,7% em comparação ao mesmo período do ano passado.

A massa de rendimentos atingiu R$ 327,7 bilhões, mostrando estabilidade na comparação trimestral e um crescimento de 7,2% no ano.