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Assessoria Jurídica:
Diógenes Luiz Mina de Oliveira (OAB/SC 26.894)

Desembargadora cobra da direção de presídio sobre comprimidos encontrados na cela de Caio

O vice-prefeito de Tubarão, Caio Tokarski, recebeu alta do Hospital Municipal Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, e já foi transferido para o Presídio Santa Augusta, de Criciúma.
No mesmo local estão o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, e o prefeito de Pescaria Brava, Deyvisson da Silva de Souza, presos na Operação Mensageiro.
Caio foi internado na quarta-feira (17) por intoxicação medicamentosa no Complexo Penitenciário da Canhanduba, em Itajaí.
A transferência para Criciúma se dá em atendimento a uma solicitação da defesa do vice-prefeito, sob o argumento de ficar mais perto da família.
Antes, Caio passou por uma avaliação médica em Blumenau. Conforme o processo, a avaliação seria para analisar o quadro psíquico dele e constatar se o vice-prefeito estaria com transtorno misto de ansiedade e depressão.
Após avaliação em Blumenau, sem constatação de psiquiatria forense contrária, Caio retornou ao presídio em Itajaí e, na noite de quarta, teria feito uso de medicamentos que provocaram a intoxicação e a consequente internação em Balneário Camboriú.
A desembargadora relatora do processo, Cinthia Beatriz da Silva Bittencourt Schaefer, determinou que, logo após a alta hospitalar, Tokarski fosse submetido a uma avaliação no Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina, em Florianópolis, para fins de avaliação. Depois, ele foi levado a Criciúma, onde ficará preso.
Agora, um despacho da Justiça cobra da Penitenciária de Itajaí uma justificativa para o fato de um interno estar em posse, dentro da cela, de ao menos 32 comprimidos de paracetamol, 22 comprimidos de rivotril e 14 comprimidos de zolpidem.