Não venha me confundir com os fatos: os desenhistas de uma engenharia social
O mundo verá sem entender diante de seus olhos a concretização das ideias que surgiram no século XIX, tomar corpo e forma no reordenamento da sociedade do século XX, com o propósito de erguer muros e controlar o globo, a partir de estratégias e mecanismos que dissimulam e criam o caos, para posteriormente aparecerem como salvador de uma nova era, ou melhor, de uma nova ordem do mundo.
Para Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), advogado e político norte-americano que serviu como o 32º presidente dos Estados Unidos, de 1933 até sua morte em 1945, membro do Partido Democrata, eleito para quatro mandatos presidenciais, o presidente que ficou mais tempo no cargo, e também uma figura central dos eventos históricos mundiais da metade do século XX, “em política, nada acontece por acidente. Se acontece, pode apostar que foi planejado para acontecer”.
Hoje caro(a) leitor(a) terá continuidade a nossa temática sobre o século XX. São inúmeros acontecimentos, pessoas, instituições e reações no mundo durante este período, inclusive com consequências na atualidade. O nosso fio condutor é a apresentação, em nada, politicamente correta do que vemos anunciado nos noticiários, na mídia e nos jornais.
Semelhante aquelas revistas infantis com algum tipo de imagem oculta dentro de outra imagem, temos o cenário com árvores, arbustos, flores e outros elementos da natureza, e na legenda está escrito: “oculto em algum lugar desta imagem está o burro puxando uma carroça com um menino dentro. Vamos encontrá-los? ”. Analisando o cenário, folheamos até a última página para obter a resposta, pois a imagem foi desenhada de modo a ocultar dentro de si, “a imagem verdadeira”.
Ora, teria este exemplo, alguma relação com o que vemos e ouvimos diariamente, onde os desenhistas da grande mídia nos exibem cenários engenhosos que ocultam intencionalmente a imagem verdadeira? Isto pode soar um tanto “conspiratório”, até porque quem acredita que exista algum planejamento, com resultados premeditados sobre os grandes acontecimentos mundiais é ridicularizado.
No entanto, nada é mais simplista do que se apegar de forma obstinada à visão acidental dos grandes acontecimentos mundiais. Em Tragedy and Hope (Tragédia e Esperança), Carrol Quigley(1910-1977), revela a existência de uma rede conspiratória. O professor formula uma teoria, e também revela a existência de uma rede a partir de sua experiência direta.
Segundo Quigley, “(…) conheço as operações dessa rede porque eu a estudei por vinte anos e porque me foi permitido, no começo da década de 1960, ter acesso a seus papeis e registros secretos por dois anos. Não tenho aversão nenhuma a ela nem à maior parte dos seus objetivos, e durante grande parte da minha vida estive próximo dela e de muitos dos seus dispositivos. […] Essa rede deseja permanecer desconhecida, ao passo que eu acredito que seu papel na história é significativo demais para deixar de ser conhecido”.
Na realidade, discorre o referido professor, o seu objetivo(da rede), é o controle total sobre as ações individuais. Perceba a descrição pormenorizada das ações: “a liberdade e a escolha do indivíduo serão mantidas dentro de alternativas bastantes restritas, visto que ele será numerado ao nascer e monitorado, como um número, ao longo da formação educacional, do serviço militar obrigatório ou de outros serviços públicos obrigatórios, das declarações de imposto de renda, das consultas e obrigações médicas, da aposentadoria e do seguro de vida”.
Não sem planejamento e intencionalidade, a fim de alcançar seus objetivos, os conspiradores não tiveram nenhum escrúpulo em incitar guerras, depressões e ódios. De acordo com os historiadores Garry Allen e Larry Abraham, “a Primeira Guerra Mundial foi uma bonança financeira para os banqueiros internacionais, mas uma catástrofe de tamanha magnitude para os Estados Unidos que, mesmo hoje, poucos compreendem sua gravidade, e […] desde então ele se vê quase sempre emaranhado em guerras perpétuas pela paz perpétua”.
O que dizer da Revolução Bolchevique na Rússia, um dos momentos decisivos da história mundial? Eis um evento cercado de narrativas abundantemente confusas, principalmente por colocar em questão, o financiamento desta empreitada, e seu resultado acabou virando um tabu. Ora, comunistas com apoio de capitalistas para financiar sua revolução? Pois é !!! Nem tudo que parece é, tem de ir no final do livrinho para encontrar o desenho escondido no emaranhado da paisagem.
E só para constar, na mesma “pegada”. Capital estrangeiro nas terras Tupiniquim não é novidade. Em 03 de maio de 2024 foi noticiado, pelo Globo News, que o Brasil havia alcançado a “melhor colocação no ranking de liberdade de imprensa (de 111º lugar, em 2021, para 82º lugar, no ano de 2024) ”, realizado por uma ONG que tem em seu quadro de financiadores, nada mais, nada menos, do que a Open Society Foudations. Falaremos mais…











