Diário O Município

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O agronegócio brasileiro conquistou 51 novos mercados para produtos agropecuários, desde o início de 2023 até setembro, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As aberturas de mercado são fruto de transações bilaterais.
Essas negociações ocorrem por meio de um acordo, que engloba requisitos de sanidade a serem atestados, e por meio do certificado correspondente — sanitário, fitossanitário ou veterinário. Com esse certificado, o produto passará a ser aceito pelo país importador.
As exportações brasileiras do agronegócio subiram 6,6% em agosto deste ano, no comparativo ao mesmo mês do ano passado, e chegou a US$ 15,6 bilhões. O valor correspondeu a 50,4% do total exportado pelo Brasil, segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/ Mapa).
Nas Américas, o Mapa intermediou negociações em 22 mercados, na Argentina, no Canadá, no México, na República Dominicana, no Uruguai, no Equador, na Colômbia, no Chile e no Panamá.
Na Ásia, foram conquistados 14 mercados, na Indonésia, em Singapura, na China, na Índia, na Malásia, na Armênia, no Cazaquistão e no Quirguistão.
Sete produtos exportados para o Egito, para a Argélia, para Angola e para a África do Sul se inserem na lista de mercados ampliados, estes na África.
Já na Europa (Rússia e Belarus), foram dois novos. Na Oceania (Polinésia Francesa, Nova Caledônia e Vanuatu), o total acrescido foi de quatro mercados. E no Oriente Médio (Israel e Arábia Saudita), somam-se dois itens.

Depois da conquista do mercado, é necessária a preparação do produtor do agronegócio

A conquista de novos mercados, porém, não encerra o ciclo exportador, de acordo com o Mapa. Pelo contrário. Torna-se necessário um trabalho de preparação do produtor e do exportador para atender às demandas de cada um desses novos parceiros.
Também são exigidas atividades de promoção comercial e de divulgação dos produtos agropecuários brasileiros.
A presença da adidância agrícola (funcionários ligados ao setor em representações diplomáticas) brasileira também é vital.
A representação identifica oportunidades para comercialização dos produtos nacionais. Trabalha ainda na atração de investidores estrangeiros e na superação de barreiras às exportações brasileiras.