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“Dois em um: o controle do mundo, o espaço e a tecnologia

Chegamos ao término de nossa saga sobre os sete grandes campos de batalha na direção do domínio mundial. Hoje iremos relacionar e apontar os dois últimos tópicos, a saber, a batalha pelo controle do mundo e o campo espacial tecnológico. Mas antes se faz necessário destacar que a estrutura destes campos se fundamenta numa espécie de Teocracia Universal.
Em linhas gerais, significa que na mesma perspectiva de elementos transcendentes, religiosos, o itinerário nesta organização, segue alguns protocolos e apresenta muitos elementos para sua concretização. Estamos falando de armas, desinformação, doutrinas, sacerdotes, ordens religiosas, templos e palácios, grupos, ideologia, sacrifícios, os objetivos da guerra, os que financiam e os símbolos/rituais de culto.
Perceba que para ter algum efeito, esta batalha necessita se ancorar em elementos verdadeiros, mas que por terem adulterado a verdade, tem o propósito de alcançar outros objetivos. Em nossa recente caminhada, falamos dos aspectos: espiritual/metafísico, a economia global, a política mundial, a sociedade e o campo bioético-jurídico.
Pois bem, eles partem da estrutura do ser até chegar no ponto, em que toda sociedade passa a ser regulada sem se dar conta do que está acontecendo, para alguns, nem tanto, mas se fazem marcadamente presentes em nosso dia a dia. Muitas ações foram pensadas e programadas para facilitar nossas vidas, e aqui “o dois em um”, pois sobre o pretexto de melhorias – que são louváveis e benéficas – , outras tantas vem, talvez não como consequência natural, orgânica e espontânea, mas articuladas a seu fim último que é o controle.
Quando pesquisas são desenvolvidas, sobretudo após os avanços nas áreas tecnológicas e espaciais, o horizonte, a possibilidade de alcançar influência sobre a sociedade vai aumentando. Neste sentido, certas facilidades que temos a disposição na execução de certas tarefas, não podem ser menosprezadas. Mas aquela velha história, que “de tanto ouvir falar e repetir, não nos damos conta, do onde, como e o do por que, surgiram” – passam batidas.
Ora, nesta guerra, vidas não são poupadas. Em um simples exercício, por pequeno que seja, podemos identificar o poder que o uso de uma palavra pode exercer na vida de outras pessoas. Se a palavra que carregamos sobre o peso da língua tem seu efeito, imagine toda uma estrutura pensada, para influenciar o que você e eu iremos pensar e dizer.
Voltemos ao corpo geral desta empreitada. Depois de conhecer como atingir e acessar a estrutura do ser através de uma engenharia social, tudo fica mais fácil. As principais armas são utilizadas através de mecanismos de comunicação (e todas as suas variedades), associados de modo intencional na sua disseminação pela mídia e a educação.
Já chegamos a um estágio onde existe uma enzima luminosa para ser injetada no nosso organismo, capaz de identificar o que circula pelo nosso corpo – seu nome é, luciferase, do latim lucem ferre, que significa, portador da luz. A doutrina desta ‘nova’ fé é um regime controlador, sobre a falsa aparência de humanismo (lembre-se, ”você não terá nada e será feliz” – frase dita em um dos encontros do Fórum Econômico Mundial).
Com organismos supranacionais (as ordens religiosas deste grande templo), temos a ONU, Unicef, OMS, União Europeia, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, ONGs e movimentos de organizações civis. Veja o caso da Planned Parenthood (que sobre o pretexto de ‘planejamento familiar’, na realidade é um dos altares do sacrifício de milhares de vidas humanas, ainda no ventre materno).
Para Cristina Jimenez, “ a morte é a ideologia que sustenta os mandamentos da nova fé. Por isso defendem a eugenia (aborto, eutanásia…), a supremacia das elites e a escravidão dos menos aptos”. Para sustentação de sua pretensa legitimidade, recorrem a símbolos ou histórias (orais ou escritas).
E para finalizar, deixo aqui dois pontos, dos dez, que se encontram gravados nas famosas “Guidestones da Geórgia” (Pedras Guias da Geórgia): 1) Manter a humanidade abaixo dos 5 bilhões de pessoas para estar em perpétuo equilíbrio com a natureza; e; 10) Não ser um câncer na Terra. Deixar espaço para a natureza.
Com isso concluímos, sabedores de que, mesmo diante deste cenário, há Um que prevalece e prevalecerá até o final. Porque Dele e por Ele, são todas as coisas. E nos fica o alerta do professor Olavo, sobre o fingimento deles, ao falarem que não sabem o que está em jogo: “Eles fazem coisas horríveis, mas sentem que são perfeitamente inocentes”